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sábado, 15 de março de 2014

POR JESUS NÃO SER O QUE DEVERIA SER, É QUE ELE É O QUE É

Jesus não é um grande homem que veio mostrar exemplo a ser seguido.
Jesus não é alguém que tem uma moral de vida excelente para oferecer.
Jesus não é alguém que trouxe bons ensinamentos sobre comportamento.
Jesus não é alguém que ensinou como as pessoas podem se tornar boas.
Jesus não é um líder que apresentou fundamentos de como construir uma sociedade melhor.
Jesus não é o fundador de uma nova religião ou ordem mundial.
Jesus não é outro Moisés que veio entregar novamente as tábuas da Lei para um povo escolhido.
Jesus não é consolo para os pobres e oprimidos, nem o padrinho dos ricos e bem sucedidos.
Jesus não é solução para as doenças e o sofrimento do mundo.
Jesus não é a paz desejada e buscada pelos governos e nações.
Jesus não é um mártir especial que morreu por uma causa justa e nobre.
Jesus não é o defensor da boa conduta e dos valores da família.
Jesus não é o decodificador de um código que dá acesso a prosperidade material.
Jesus não é alguém que deve ser respeitado e admirado por ter lutado contra as injustiças sociais.
Jesus não é alguém que atingiu um ou o mais alto grau na escala da evolução do ser.
Jesus não é inventor de uma nova ideologia ou filosofia de vida.
Jesus não é um ser superior com poderes sobrenaturais que causou grande admiração por seus milagres.
Jesus não é um egocêntrico que veio pedir e exigir atenção exclusiva das pessoas.
Jesus não é um homem que se tornou divino por meio de suas práticas religiosas e morais.
Jesus também não é alguém que veio ensinar como os seres humanos devem fazer para conquistar a salvação ou chamar a atenção de Deus.
Muito menos o Deus da barganha normalmente apresentado pela religião, que recompensa a virtude e pune a fraqueza.
Nem o Deus dos católicos, dos evangélicos, dos pentecostais, dos cristãos, dos judeus, das religiões, dos crentes, dos santos, dos bons, da teologia, das igrejas etc.
Jesus não é o mais, o maior, o melhor, o primeiro, o vencedor, o merecedor, o superior, o principal, o admirável, o célebre, o notável, o conceituado, o famoso, o ilustre, o extravagante, o extraordinário, o único etc.

NÃO! Jesus nunca foi, não é e nunca será essa pessoa ou ser, porque ele jamais pode ser reduzido a alguma categoria do pensamento humano.

PORQUE ele simplesmente é:
O cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! (João 1.29)
O Salvador, que é Cristo, o Senhor. (Lucas 2.11).
O verbo que se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade (João 1.4).
O caminho, e a verdade e a vida (João 1.23).
O Filho de Deus que cancelou o escrito de dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removendo-o inteiramente, encravando-o na cruz (Colossenses 2.14).
O Cristo, em quem habita, corporalmente, toda a plenitude da divindade (Colossenses 2.9).
A imagem exata de Deus Pai (João 10.30).
A propiciação pelos pecados do mundo inteiro (1 João 2.2).
A satisfação da justiça e santidade divinas em prol do pecador, visto que aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus (2 Coríntios 5.21).
O poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Romanos 1.16).
Quem foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação (Romanos 4.25).
O maravilhoso Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz (Isaías 9.6).
Aquele: por meio de quem fomos libertos do império das trevas e transportados para o reino do amor de Deus; no qual temos a redenção, a remissão dos pecados; que é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; em quem foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades; por meio e para quem tudo foi criado; que é antes de todas as coisas e em quem tudo subsiste; que é a cabeça do corpo, da igreja; que é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio, dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus (Colossenses 1.13-20).

Por ser quem verdadeiramente é, só Jesus pode convidar: Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida (Apocalipse 22.17).
Por ser quem verdadeiramente é, somente Jesus pode prometer: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida (João 5.24).
Por ser quem verdadeiramente é, apenas Jesus pode dar a esperança de uma nova vida, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam (1 Coríntios 2.9).
Por ser quem verdadeiramente é, apenas Jesus pode dizer: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá (João 11.25).


Por Jesus não ser quem nós gostaríamos que fosse, é que Ele É o que É: A Encarnação da graça de Deus. Nada menos nada mais que isso.

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