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sábado, 14 de abril de 2012

Igreja Visível e Igreja Invisível

A Igreja Visível é formada mediante a elaboração de um contrato entre os seus membros; a Igreja Invisível é formada pelo chamamento do Espírito Santo.
A Igreja Visível é composta por todos aqueles que se sujeitam aos preceitos de um determinado estatuto ou crença; a Igreja Invisível é integrada por todos aqueles que crêem em Jesus Cristo como único e suficiente Salvador.
A filiação à Igreja Visível depende apenas da vontade humana; o ingresso à Igreja Invisível ocorre pela fé, que é um dom de Deus.
A Igreja Visível julga, condena, exclui, faz acepção e restringe o evangelho; a Igreja Invisível ama, acolhe, aceita, perdoa e amplia o evangelho de Cristo.
A Igreja Visível se ocupa demais em fazer proselitismo; a Igreja Invisível tem como meta a pregação do puro evangelho.



A Igreja Visível pode acabar fechando a porta do Céu para os pecadores; a Igreja Invisível invariavelmente apresenta Cristo como a Porta de acesso à vida eterna.
O evangelho da Igreja Visível geralmente é acompanhado de algumas condições para que o pecador seja aceito por Deus; o evangelho da Igreja Invisível nunca impõe condição, mas declara que a reconciliação com Deus acontece pela fé na obra de Cristo realizada em prol do pecador.
A Igreja Visível há aproximadamente dois mil anos rejeitou e matou Jesus; a Igreja Invisível nunca deixou de receber e amar o Salvador.
A Igreja Visível é sustentada mais por seus líderes, costumes e doutrinas e teologias particulares; a Igreja Invisível se fundamenta no poder do Espírito Santo e no evangelho de Cristo.
A Igreja Visível depende mais das obras dos homens; a Igreja Invisível está sujeita exclusivamente à graça de Deus.
A Igreja Visível é identificável pelas suas exterioridades; a Igreja Invisível é conhecida de forma plena somente pelo Senhor Jesus.
O reino da Igreja Visível tem prédios, estatutos e pode ser visto no tempo e espaço; o reino da Igreja Invisível está dentro de todo aquele que crê.
Dentro da Igreja Visível têm pessoas salvas e não-salvas; dentro da Igreja Invisível não existe pessoas perdidas.
O perdão dos pecados, a reconciliação com Deus e a vida eterna de bem-aventurança não depende da Igreja Visível (apesar de ser um instrumento útil da pregação do evangelho), mas unicamente do sacrifício redentor do Filho de Deus.
Se fôssemos julgados pela justiça da Igreja Visível viveríamos todos na incerteza de nossa salvação; mas como somos julgados pela justiça que Cristo conquistou na cruz do calvário podemos crer confiantemente que o perdão dos pecados e a salvação eterna nos estão garantidos.
E quem nós dá essa garantia não é a Igreja Visível, mas o próprio Salvador Jesus Cristo: “Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (João 3.18).
Relato um fato verídico ocorrido há uns dois mil anos que diz respeito ao mesmo assunto aqui tratado. Está registrado no evangelho de Lucas, 17.20-21.
Certo dia os religiosos daquele tempo perguntaram a Jesus acerca da vinda do reino de Deus. O Salvador respondeu: “Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós”.
Se essa pergunta fosse dirigida à Igreja Visível, será que a resposta seria a mesma?
Se você, caro amigo, deseja fazer parte da Igreja Invisível atente-se para a orientação da Bíblia: “Mas, a todos quantos o receberam (Jesus), deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (João 1.12-13).

Em nome de Jesus, amém.

Um comentário:

  1. O catolicismo Romano só afirma que fazrm parte da igreja vizivel porque não fazem parte da igreja invisível que foi comprada no calvario.

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